Morte da professora Josi Souza pegou população euclidense de surpresa, tanto pelo tipo da doença quanto pela forma em que seu quadro clínico mudou subitamente. A morte foi confirmada por volta das 18h desta terça-feira (8), em um hospital da capital baiana, tendo como causa da morte complicações do novo coronavírus (Covid-19).
Uma mulher considerada jovem, de apenas 31 anos de idade – faixa etária não classificada como grupo de risco, quando não há comorbidades -, foi diagnosticada com Covid-19 no mês de maio.
A princípio, seu quadro clínico era estável, mas a doença foi evoluindo aos poucos, e a professora precisou ser encaminhada para uma unidade hospitalar especializada no tratamento de pacientes com Covid-19. Lá, o quadro clínico era considerado estável e com significativa evolução para a cura, com sinais de que em pouco tempo seria possível retirar a medicação sedativa e posteriormente os aparelhos auxiliares. Na final da tarde desta terça-feira a família foi informada que, de forma súbita, o quadro clínico piorou e a equipe médica constatou o óbito
Josi Souza era professora do ensino maternal, profissão que a tornou muito conhecida em Euclides da Cunha. Ela deixa esposo e um filho de apenas 8 anos de idade.
Nas redes sociais, dezenas de profissionais da área da educação já se manifestaram lamentando o ocorrido.





Salvo melhor juízo, parece que essa pandemia maligna não tem grupo de risco; mata pessoas jovens e outras em qualquer idade. Faz-nos lembrar a pandemia de tuberculose que agravou-se da década de 1940 e atravessou a década de 50. Hoje tem cura imediata, mas naquela época foi uma catástrofe.